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O QUE SÃO ARRITIMIAS CARDÍACAS ?

 

Arritmias cardíacas são alterações que ocorrem na geração ou na condução do estímulo elétrico e provocam modificações do ritmo cardíaco. A frequência e o ritmo do coração variam ao longo de um dia conforme a necessidade de oxigênio do organismo, já que a função desse órgão é bombear o sangue oxigenado pelos pulmões para todas as células do corpo.

As arritmias cardíacas apresentam-se de diversas formas: taquicardia, quando o coração bate rápido demais; bradicardia, quando as batidas são muito lentas e em descompasso, com pulsação irregular, sendo sua pior consequência a morte súbita cardíaca (MSC).

QUAIS OS SINTOMAS ?

- Palpitações ou “batedeiras”

- Desmaios

- Tonteiras

- Confusão mental

- Fraqueza

- Pressão baixa

- Dor no peito

Algumas arritmias cardíacas são assintomáticas, ou seja, não provocam nenhum dos sintomas descritos acima. Nesses casos, podem desencadear uma parada cardíaca e levar à morte súbita instantânea, inesperada, repentina e não acidental.

FIBRILAÇÃO ATRIAL

Um dos tipos de arritmia cardíaca mais prevalente é a Fibrilação Atrial (FA). Sua incidência é de 2,5% da população mundial (175 milhões de pessoas). A doença é caracterizada pelo ritmo de batimento rápido e irregular dos átrios (câmaras superiores do coração).

A Fibrilação Atrial pode ocorrer em indivíduos:

- Acima dos 75 anos;

- Sexo feminino: entre 65 e 74 anos;

- Após realização de cirurgia cardíaca

- Diabéticos

- Com hipertensão arterial (pressão elevada)

- Com cardiomiopatia hipertrófica

- Com síndrome coronariana aguda

- Com insuficiência cardíaca congestiva

- Com doença arterial periférica (endurecimento das artérias das pernas e dos pés);

- Com histórico familiar (um membro da família com FA);

- Em atletas (por um aumento da frequência cardíaca)

- Em crianças: embora raramente ocorra nessa faixa etária.

TRATAMENTO DA FIBRILAÇÃO ATRIAL

Depende muito da condição do coração do paciente. As opções terapêuticas envolvem a terapia farmacológica e as formas intervencionistas, como ablação por cateter, cirurgia cardíaca e o uso de

dispositivos implantáveis.

Ablação por cateter é utilizada quando o paciente não apresenta bons resultados ao tratamento com medicamentos, ou quando prefere um tratamento mais definitivo.

QUEM ESTÁ SUJEITO ÀS ARRITIMIAS CARDÍACAS E À MORTE SÚBITA ?

De modo geral, qualquer pessoa está sujeita às arritmias cardíacas, independentemente da faixa etária, do sexo ou da condição social e econômica. As arritmias cardíacas podem acometer inclusive recém nascidos e atletas.

As vítimas de morte súbita se encontram em sua idade mais produtiva. A maior porcentagem de ocorrência está no grupo de pessoas que possuem doenças cardíacas ou entre os que já sofreram parada cardíaca, bem como naqueles que têm histórico familiar (pais,

avós, tios, irmãos, etc.).

CONSEQUÊNCIAS DA FIBRILAÇÃO ATRIAL

A principal consequência da Fibrilação Atrial é o aumento do risco de acidente vascular cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame. Pode haver formação de coágulos no interior dos átrios que, ao se desprenderem, provocam o derrame cerebral.

COMO TRATAR AS ARRITIMIAS CARDÍACAS ?

Quem determinará qual o melhor tratamento para o paciente é o médico especialista em arritmias: o arritmologista.

Tipos de tratamentos:

- Medicamentoso

- Ablação por cateter

- Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis (DCEI): Marca-passo (MP), Cadioversor Desfibrilador Implantável (CDI) ou Ressincronizador

QUAL É O ACESSO A ESSES TRATAMENTOS ?

Os tratamentos para as arritmias cardíacas podem ser realizados no Sistema Único de Saúde (SUS) ou pela cobertura do seu convênio médico, já que os procedimentos estão no ROL da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

COMO PREVENIR AS ARRITIMIAS CARDÍACAS E A MORTE SÚBITA ?

- Ter hábitos saudáveis

- Manter uma alimentação balanceada

- Não ingerir ou não se exceder no consumo de bebidas alcoólicas

- Não fumar

- Praticar atividade física com a orientação de um especialista

- Dar atenção à saúde emocional (Ex.: estresse)

- Consultar-se, pelo menos, uma vez por ano, com um cardiologista para a realização de exames preventivos

- Prestar atenção aos sinais do coração: pulsação irregular e batidas intensas