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CORONAVÍRUS - Inatividade em casa aumenta risco de trombose.

A pandemia do coronavírus levou as pessoas a permanecerem em casa, onde a tendência é o sedentarismo. A inatividade leva a vários riscos à saúde, dentre os quais, a trombose, ou seja, a formação de trombos (coágulos sanguíneos) nas pernas.


As atenções devem ser redobradas sobre as pessoas com fatores de risco para ter a doença, como as idosas, obesas, gestantes e puérperas, que tiveram AVC prévio, infeções graves, câncer, infarto, trombofilias e traumatismos, imobilidade, paralisia e que fazem reposição hormonal e quimioterapia.


A trombose é mais comum após os 40 anos de idade, havendo aumento exponencial com a idade.



Como se prevenir da trombose:


Além do acompanhamento médico, qualquer pessoa pode tomar medidas de prevenção. Muitas delas podem ser incorporadas no cotidiano. Algumas das dicas são:

- exercitar-se ou fazer pequenas caminhadas regularmente;

- controlar o peso;

- evitar o cigarro;

- movimentar as pernas durante longos períodos sentado;

- usar meias elásticas no caso de insuficiência venosa, sempre com orientação médica.


O que é trombose?


A trombose ocorre quando há formação de um coágulo sanguíneo em uma ou mais veias grandes das pernas e das coxas. Esse coágulo bloqueia o fluxo de sangue e causa inchaço e dor na região. O problema maior é quando um coágulo se desprende e se movimenta na corrente sanguínea, em um processo chamado de embolia. Uma embolia pode ficar presa no cérebro, nos pulmões, no coração ou em outra área, levando a lesões graves.


A trombose ocorre, geralmente, após cirurgia, corte ou falta de movimento por muito tempo, sendo mais frequente após procedimentos cirúrgicos ortopédicos, oncológicos e ginecológicos.


O que causa a trombose?


A trombose possui várias causas e fatores de risco. A maior parte delas são evitáveis, então procure sempre um médico e faça exames regularmente, além de manter um estilo de vida saudável.


As principais causas da trombose são:

  • uso de anticoncepcionais ou tratamento hormonal;

  • tabagismo;

  • ficar sentado ou deitado muito tempo;

  • hereditariedade;

  • gravidez;

  • presença de varizes;

  • idade avançada;

  • pacientes com insuficiência cardíaca;

  • tumores malignos;

  • obesidade;

  • distúrbios de hipercoagulabilidade hereditários ou adquiridos;

  • história prévia de trombose venosa.


Quais são os sintomas da trombose?


A trombose venosa profunda pode ser absolutamente assintomática. Quando presentes, os principais sintomas são:

  • dor;

  • calor;

  • vermelhidão;

  • rigidez da musculatura na região em que se formou o trombo.


Os pacientes submetidos a cirurgias de joelho, quadril e trauma (como fraturas) são os principais grupos de risco. A trombose que pode ocorrer após uma cirurgia ortopédica é geralmente localizada nas pernas, provocando entupimento da veia, causando dor e inchaço.


Às vezes coágulos podem se soltar, viajando pelo sangue até ‘encalhar’ no pulmão, o que é chamado de embolia pulmonar. Essa condição, que provoca uma súbita falta de ar, pode ser bastante grave e exige atendimento imediato.


Sinais claros podem indicar o desenvolvimento de coágulos sanguíneos (trombose):

  • Uma dor diferente da dor da cirurgia

  • Vermelhidão ao longo da perna (que aparece de repente ou inchaço que está piorando)

  • Inchaço na perna (que apareceu de repente ou inchaço que está piorando)

  • Aumento da temperatura (calor) da perna que está doendo

  • Respiração curta e rápida e palpitações, podendo acontecer algum desmaio

  • Tosse com sangue

  • Dor no peito ou nas costas (que não é comum)

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